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Quando a mente é uma parte de nós!

Um passatempo permite manter a mente ativa e desafia a aprendizagem
Mente ativa e curiosa!

O objetivo é não ser radical, certo?

Claro que sim! Uma vida equilibrada e diversificada para manter o corpo saudável, ativo e ágil ao longo do tempo. Faz sentido!

Então que venham dietas, jejuns intermitentes, dias de sol e muita atividade de moderada a intensa, exercício físico e todas aquelas comidas maravilhosas de baixas calorias, cheias de cor, com sabores a transbordar do prato e imensamente saudáveis. Estamos no bom caminho..

Mas espere.. falta alguma coisa! E que tal isso de não ser radical também com o cérebro e com a mente?! Afinal pertence ao nosso corpo e tem uma função - a de analisar, memorizar, categorizar, decidir e motivar! Claro, como poderíamos esquecer-nos disso!


Número um: Não ser radical em relação ao nosso cérebro!

 

Menos maçada, menos poluição emocional, menos papinha feita e toda aquela eficácia que só é assim porque já foi gravada e ensaiada vezes sem conta.

Que tal aprender algo novo?! “Para quê?!”: pergunta o senhor. E tem toda a razão. Para que aprendamos algo novo, precisamos da motivação e da necessidade! São duas razões fortes para expandir os horizontes do nosso conhecimento e partir em busca.


Mas espera, a tal zona de conforto, é claro. E nada pode ser mais desagradável que ter de aprender, pois desafia a nossa capacidade de memorizar, sumarizar, associar e refletir sobre uma prática completamente nova. Mas vá lá, este post é sobre a vida saudável e sobre o envelhecer saudável porque não adianta ter um corpo sem a mente. 

Por isso, não sejamos conformistas com o que sabemos. Vamos expandir a nossa zona de conforto. Vamos aprender algo novo: um idioma, um instrumento musical, uma dança, qualquer coisa que possa exigir uma prática deliberada e sistemática, alta concentração e repetição. 

Uma habilidade nova estimula zonas do nosso cérebro que de outra forma permaneciam inativas, cria e reforça ligações entre as várias estruturas do nosso cérebro o que se revela benéfico para a memória, emoções e claro, o corpo. 

Mas a alta concentração exige tempo LIVRE e isento de poluição (sonora, informativa, perturbações de natureza variável como filhos, maridos e animais). Por isso, RESERVAR espaço para uma prática sem interrupções, distrações, etc. 



Número dois: Arranjar um hobbie (um passatempo)!


Há quanto tempo não fica totalmente absorvido com uma atividade que o faz perder a noção do tempo, altera a respiração e “desliga” a noção do mundo lá fora. A esse estado chamam de FLOW (Google it!). Um estado mental e corporal de absoluta PRESENÇA que beneficia grandemente a nossa capacidade de concentração, atenção e performance aumentando a produtividade.


Existem atividades que estimulam a capacidade de entrar no estado FLOW (estado de fluxo em português). A jardinagem, escrita criativa, artes marciais, pintura ou desenho, escalada ou corridas de longa distância, xadrez são apenas alguns exemplos. 

Vale a pena mencionar que quando se entra neste estado, há uma diminuição na consciência de si mesmo como um ser separado da atividade. A atividade é intrinsecamente recompensadora, ou seja, é executada pela sensação de satisfação ou de prazer. 


Número três: Dieta informativa!


Que tal fazer um DIETA informativa rigorosa?! Menos notícias, no computador, na televisão, no smartfone. Afinal, qual seria o efeito desse desligar da geopolítica, política e outro ruído informativo? O efeito seria MAIS tempo livre, MAIS atenção no que realmente importa, MAIS disponibilidade para o que faz parte da NOSSA zona de influência. Recomendo!


Passar de uma enorme variedade de informação com alto teor calórico e pouco valor nutricional para uma dieta controlada e onde são privilegiados estímulos e informação de alto valor nutricional, pode estimular sua criatividade e a capacidade de inovação reforçando a estrutura da sua máquina cognitiva provocando aumento da capacidade cognitiva.





Considera útil?! Eu acho que sim! 




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